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La Tour Eiffel...
Estar em frente, em baixo ou dentro desse ícone da França, foi de arrepiar.
Um trabalho de engenharia magnífico e perfeito. É o ponto mais alto da cidade, contudo não causa nenhum medo ou desconforto, ao contrário é incrível ver a cidade daquela altura. Em uma parte fechada a bandeira do Brasil está presente, representada por São Paulo, Brasilia e Rio de Janeiro. Achamos interessante a construção de alguns prédios de apartamentos, abertos na parte central. No ponto mais alto da torre, um ambiente fechado com vidros, Gustave Eifeel engenheiro dessa obra grandiosa, Thomas Edson e uma mulher (esqueci o nome) em cera, retrata com perfeição uma cena do cotidiano deles, perfeito...perfeito...perfeito. A Torre foi erguida apenas para um evento e seria desmontada, para tristeza de uns e satisfação de outros como Guy de Maupassant, escritor famoso, que almoçava dando as costas para não vê-la. Em virtude de sua estrura bastante alta foi preservada para servir de antena de transmissão de rádio, o real motivo para a permanencia dela até os dias de hoje, para orgulho da França.
Passeio de Bateau e o Rio Sena
Passear de Bateau pelo Rio Sena, passando pela Conciergerie (infelizmente deletei por descuido a foto e não soube inseri-la no lugar devido) construção medieval convertida em prisão na qual Maria Antonieta saiu para a guilhotina; a antiga estação ferroviária adapatada para museu D´Orsay, que infelizmente não nos deu tempo de visitá-lo; A pont neuf, apesar do nome é a ponte mais velha de Paris ( na foto, que eu estou em um lado do Sena e o Ricardo do outro é o término em bico da Ile de la Cité e a pont Neuf ao fundo), e todas as belezas às margens do Sena, passando pela ponte Alexandre III, foi romântico e encantador.
L´Open Tour
Fizemos também um passeio de L´Open Tour, ônibus de 2 andares aberto na parte de cima que passa pelos pontos turísticos da cidade, e que dá oportunidade de conferir de perto caso alguem queira descer, para depois retornar e continuar o tour, em outro ônibus. Passamos bem pertiiiinho do Moulin Rouge; na Igreja de La Madelaine ; no Grand Palais com suas grandes e permanentes exposições, com sua belíssima cúpula de vidro e Petit Palais com seus eventos e concertos. A Ópera, é uma construção com misturas de estilos, que vai do clássico ao barroco, acomodados em suas escadarias um grupo enorme de pessoas cantavam e tocavam sob o comando de um treinador. Passamos pelo museu Rodin imenso e maravilhoso, no jardim a sua obra mais importante O Pensador estava de costa para a rua. Ruas e cafés tipicamente franceses descortinava em nossa frente como um painel gigante. As árvores podadas em forma retangulares e quadradas, apresentam um visual interessante e bonito. Nossa maquininha fotografou, registrou, trabalhou.
Metrô
Um emaranhado de linhas de metrôs cruzam o subterrâneo de Paris, permitindo um trasporte rápido e eficaz. Por ser muito antigo não são totalmente mecanizados algo como abrir a porta ainda é manual com trincos ou botões, estado de conservação precário, mas funcionam sem nenhum problemas. Há projetos de linhas mais modernas. As estações formam imensos labirintos e dessa forma são necessárias esteiras rolantes para agilizar e garantir maior rapidez. O mais moderno não tem divisão entre os vagões, é uma linguiça bem compriiiida, rsrsr. Dessa forma o trânsito flui sem engarrafamentos e sem estresse.
Deixamos as compras para o último dia, e o que nos restou foi somente o final da tarde, mas não havia dúvida a galeria Lafayette e centro comercial foi uma escolha memorável.
Continua...