sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Corrente da amizade

O objetivo dessa corrente é estreitar os laços que unem os blogueiros que compartilham conhecimentos, artes, idéias, experiencias, amizade, etc e tal.
A Corrente da Amizade, não tem selo e não tem prêmios, é apenas uma declaração de amizade da parte de quem a oferece.
Recebi da Rosamaria e fiquei muito feliz. Amigos a gente escolhe e eu tive o prazer de ser escolhida por ela.
Obrigada Rosamaria.

( copiei o enunciado por se tratar de uma corrente)

Aos meus 10 escolhidos, infelizmente são só 10, peço que, se tiverem a fim, escolham os seus e passem essa corrente a diante:


Minha indicação:

Vivinha - A casa da mãe Joana
Cleise - Kamicleta
Carol - Sanatorinho
Lord - Lord Broken Pottery
Adriana - Wonderfullife
Alena - A vida em palavras
Claudia Lira - É a mãe
Jayme- Dito assim parece à toa
Arnaldo - Baú de tranqueiras
Thelma- Simplificando

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Du Moscovis


Assistí a peça "Por uma vida um pouco menos ordinária".

No início, o Toninho e eu, pensamos... fizemos besteira, iiiiisso vai ser osso duro de roer.

Contudo, assim que aquele monstro sagrado maravilhoso saiu do Olimpo, emergiu das profundezas, a coisa mudou.

O tema foi se delineando, tomando forma.

A peça, como o próprio título diz, é baseada no sub-mundo. Um casal de irmãos, um policial, consumo de drogas, drogas, muitas drogas. Uma "deprê" gigante, fundo do poço mesmo.

E aquele monumento, morre de overdose.

No dia seguinte, fomos comemorar o aniversário da Leila, minha amiga da Arquitec, na Romano, à tarde . Quando cheguei, só a Dani com a mãe tinham chegado.

A Dani, falou cá ao pé do ouvido, "o Du Moscovis e a artista da peça estão aqui." Claro que eu não poderia passar em brancas nuvens:

_ Parabéns Du ( íntima) assistí a sua peça, e adorei ( mentí um pouquinho, só um pouquinho), Voces estavam ótimos, parabéns. Os meus 60 e poucos, me permitem essa liberdade, que bom, néééé???? Sei não!!!????Será???? Mas...enquanto pensam, fiz o meu social.

A Dani, como boa loira que se preza não fotografou????pooode???

A Vivinha falou:
_ Mãe, deixou aquele SER DIVINO comendo pãozinho????? Tem que postar esse acontecimento.

Parabéns Leila, pelo aniversário, foi uma tarde gostosa, e purdemaaaiiiis proveitosa, que passamos juntas.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Baaailaaa...coomiiiigo!!!!!



Faz mais de 40 anos....huuumm!!!! que saudades!!!!!!!

Estava pronta, vestido azul marinho, leve, solto, discreto mas sensual, sapato salto finíssimo Luiz XV, pulseiras e brincos, completava um visual sofisticado. Ansiosa, aguardava o momento para irmos ao baile em Osasco, cidade que morei por volta de 1964.

Chegamos. Meu irmão e eu nos acomodamos, papai impôs algumas regras, seguidas direitiiiiinho, mas... olhei aos quatro cantos , a procura de alguém. Para minha alegria, lá estava ele como sempre, a minha espera também.

Feliz ao me ver, veio ao meu encontro.

Gil, não era o modelo atlético cultuado pelas mocinhas da época. Gordinho, rosto arredondado e bonito , sorridente, desfilava um charme irresistível. Dançava como ninguém, uma leveza sem igual.

O salão estava repleto quando começamos a dançar, foi magnífico, deslizávamos como se estivéssemos a sós. Aos poucos os pares foram se afastando, formando uma roda, quando percebemos... estávamos no centro dela. O fato não nos inibiu, ao contrário, nos fez sentir Fred Astaire e Ginger Rogers. Uma onda de magia cobriu aquele suave momento prazeroso, jovial e alegre.

Eramos apenas amigos , jamais namoramos, mas como par constante, em todos os círculos dançantes, ficávamos de mãos dadas, ao terminar uma seleção musical, para afastar prováveis aventureiros.

A dança é até hoje, para mim, um bem precioso.

sábado, 29 de setembro de 2007

Certificado















Obrigado Rosamaria por presentear-me desta forma, é uma honra para mim.
Vou tentar corresponder.

Este selo pode ser repassado para 5 ou mais blogs.

Minha indicação:

Vivinha - A casa da mãe Joana

Cleise - Kamicleta

Carol - Sanatorinho

Lord - Lord Broken Pottery

Adriana - Wonderfullife

terça-feira, 25 de setembro de 2007

O casamento do Ianinho















Queridos!!!!! Cheguei!!!!!!!

O Rio de Janeiro continuuuua lindo!!!! Búzios e Cabo Frio aaaaaquele abraço!!!!

Voltei revigorada depois de passar uma semana no Orla 500.

Fui ao Rio para uma missão muito especial O CASAMENTO DO IANINHO. Leandro, que jamais deixará de ser Ianinho para mim, casou.

Sorriso eterno nos lábios, lindo, vozeirão de gente grande, pluminhas de cabelos ao vento, bracinhos abertos, corria ao meu encontro, quando eu gritava _ Ianinho da Dinha suuua!!!! Ser sua madrinha de batismo foi uma dádiva , uma benção que Deus, e os pais, João Luiz meu irmão, e Sandra minha cunhada, me proporcionaram.

Carinhoso e carismático foi de uma importância inigualável para os meus pais, seus avós, que no meinho deles coçando a orelha de um e do outro, dormia tranquilamente. Eles o amavam demais, e foram presenteados com momentos inesquecíveis.

Hoje homem feito, responsável, integro, marido, traz ainda a carinha dócil, meiga e feliz da infância.

O casamento vai ser uma histórias diferente, peculiar, para os filhos e netos, por ter sido quase prejudicado por um blecaute na igreja. Resolvido o problema, tudo foi maravilhoso, nada ofuscou o brilho, a festa belíssima, e a alegria rolou solta.

Participei da cerimônia ao ser escolhida por ele, e apresentada pelo padre como uma pessoa especial em sua vida, para fazer a 1ª leitura. Quaaase que não sai, a emoção tomou conta, vendo alí à minha frente , casando... o meu Ianinho e Camila, pequenininha, a mulher que irá preencher o seu caminho.

Rogo a Deus para que a felicidade, paz, harmonia, sucesso, sejam uma constante em suas vidas.

Que ELE os abençõem.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

7 por acaso














O desafio foi lançado. Listar 7 acasos ao longo da vida.

OK, Ricardo Ramos - Lord Broken Pottery - vou tentar:

1- por acaso o meu nome é Maria Helena porque na época mamãe ouvia no rádio a novela "O direito de nascer".

2-por acaso visitando o cinema do palácio da Alvorada, logo após a renúncia do Jânio, ao sentar-me em uma das poltronas, a pessoa que nos acompanhou disse que aquela era a favorita dele. Falei então:
- Deve ter por perto uma geladeirinha, pensando nas biritas, claro.
Acertei, tinha uma, embutida na parede ao lado.

3-por acaso meu pai paulista, minha mãe carioca, entre os filhos, quatro paulistas e quatro cariocas, total cinco a cinco (sempre foi uma guerra e tanto).

4- por acaso tenho SETE irmãos, e eu única mulher.

5-por acaso blogueira por absoluta persistencia(oh! teclado, acentuuua!!!) da Vivinha

6- por acaso meus tres filhos nasceram sábado, e por acaso sábado sempre foi o meu dia predileto.

7-por acaso, em 1994, passei em um concurso em São Paulo, vaga disputadíssima, para Assistente Técnico de Direção, para uma Escola Técnica do Centro Paula Souza.
(A Vivinha diz , que não foi por acaso, foi competencia)

"Minha vida é um mar de rosas, com todos os espinhos afiados do seu sensível caule"

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Civismo















Lá... na minha infância e adolescência, lembro-me bem que as datas cívicas eram comemoradas à rigor, com desfiles, apresentações de alunos e professores, uma festa. Certa vez , a filha do professor de desenho e eu, fomos escolhidas para desfilar no carro alegórico (único) com o Brazão do Ginásio, uma honra. O peito inflava de tanta vaidade e amor pela pátria.

A fanfarra composta pelos belos garotões, aquele lá das balas chitas e meu irmão Antonio Carlos também, no seu repique, e toque do "piston", próprio, único, peculiar, enchia-nos de admiração.

Fazíamos parte de todos os eventos da cidade, meu irmão, minha prima Regina Célia, eu e a mesma galera de sempre.

O civismo, matéria de Educação Moral e Cívica, era exercido de várias formas. O respeito pelos símbolos, Bandeira e Hino beirava ao exagero, mas com esse espírito cívico cresci e até hoje as emoções tomam conta . Canto a introdução do Hino Nacional e orgulho-me disso.
Pequenino mas com um voseirão de tenor, seu Adamastor diretor do Grupo Escolar, nos deu exemplo, deixou sua marca com categoria e grandeza, desde a nossa infância.

O tempo correu.
Adulta, percebí os descasos, a fome, as crises, o golpe, os fardados, o desemprego, os cruzeiros , os cruzados, os reais, e uma sequencia (teclado tinhoso acentua quando quer) de fatos prejudiciais ao meu amôr pela pátria.

Houve momentos, em que tentada pelo desânimo, esse amor confesso foi abalado, mas não pretendo enveredar por esse caminho.

O país precisa de seriedade, credibilidade, lisura, transparência e governabilidade. Em nome desse civismo citado , apelo às forças quaisquer que sejam, que despertem esse amor que ja foi sentido um dia, que resgatem os valores cívicos e os façam crescerem no coração do povo brasileiro.

O meu interesse é tão somente registrar o "AMOR À PATRIA", fora de moda atualmente.